O zoologista Kevin Richardson ficou conhecido por um trabalho que muitos gostariam de ter: ele é uma espécie de encantador de leões. Em várias entrevistas, Richardson costuma dizer que aprendeu a lidar com os felinos sozinho. Seu método para encantar os leões é um dos mais básicos do mundo: o amor.

Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer

Em suas lutas contra caça de felinos e preservação da fauna, Richardson cria laços inacreditáveis com esses animais.  Ele dorme, abraça, agarra, toma banho em lagos e até beija esses gigantes. O zoologista ainda tem contato próximo com outros animais selvagens como hienas, mas sua confiança maior é nos felinos.

Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer

Richardson explica que conhece bem os perigos do que faz e que não pretende tratar os animais como se fossem pessoas. Seu método para contato consiste também em decifrar os sentimentos e a personalidade dos animais, conseguindo prever quando eles estão felizes, tristes, ou nervosos.

O zoologista é dono de um centro de ajuda à felinos, na África do Sul. Ele ainda oferece um programa voluntariado aos amantes desses animais. Para mais informações acesse o The Lion Whisperer.

Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer
Kevin Richardson
Reprodução/The Lion Whisperer

28 COMENTÁRIOS

  1. lindooooooo e um dia o mundo será realmente assim e as pessoas poderão viver juntos pacificamente com os animais a Biblia diz isso ….livro de Isaías cap. 11 vesículos 6 a 9.

  2. Olha Kevin Richardson vc está de parabéns, continuem assim, lutando e preservando a espécie selvagem, assim que eu tiver uma oprtunidade irei na Áfria do Sul para prestigiar seu trabalho de perto … grande abraço

  3. Fantástico! Mas o risco existe e não é pouco!. Seria melhor que ele continuasse o trabalho de defesa a favor destes monumentos da natureza, porém mais afastado deles. Cada animal tem a sua personalidade, tal como os humanos. Porém sendo irracionais e dominados pelo instinto, é inevitável, que num dia de menos sorte, venha a ser devorado por um desses felinos. Recorde-se que os humanos, chamados racionais, sempre aprontam alguma quando se deixam levar pelo mau intento. Há até quem mate o seu ídolo, quando estão tomados pela obsessão. Sim, são psicopatas, claro! Mas um animal pode ter tendências latentes mais fortes que o laço de ternura que se vê nas fotos. Um indivíduo que adorava os ursos, foi viver numa tenda, no meio deles. Até levou a namorada. Tamanha afeição que ela tinha por ele ou pelos ursos, sabe-se lá. Ambos foram devorados. Há um outro que deixou a família para viver nomeio dos lobos. Não sei se já foi devorado. Espero que não aconteça, com nenhum dos que até agora sobreviveram. Boa sorte Richardson, mesmo!

  4. O Kevin é realmente incrível. Acabei de ler o Livro dele e posso dizer que ele não se considera um zoologista. Acho até que ele não gosta muito desse termo, uma vez que é meio contra os zoológicos. Ele gosta de ser conhecido como “animal behaviorist”, alguém que estuda comportamento animal.
    É por isso que ele tem essa ligação com eles. Ele estudou eles desde filhotes e sabe o comportamento e a personalidade de cada um.
    O cara é incrível. sabe respeitar os animais.

    Nelson, ele trem 100% de consciência do perigo de andar ao lado de um leão, assim como tem 100% de certeza do perigo de andar ao lado de um ser humano. Ele mesmo diz no livro que a vida perto dos felinos pode ser arranca em um piscar de olhos, mas qual a diferença que vivemos hoje nos centros urbanos?
    É isso que ele relata.

    Ele deixa claro também que o trabalho voluntario que acontece na reserva dele é diretamente ligado a manutenções prediais e o máximo que se chega perto da ideia de felino é a ação de preparar a carne pra eles. Ele não autoriza ninguém a chegar perto dos felinos. Ele mesmo tem chamado bastante atenção para esses parques da África que possibilitam esse contato com filhotes em trabalhos voluntários. Ele tem a teoria (e não está nessa sozinho) de que esses parques estimulam a reprodução para garantirem muitos filhotes para atrair voluntários e quando esses filhotes chegam a fase adolescente/adulta são encaminhados a “reservas” preparadas para a caça. São fechados em áreas cercadas e colocados a disposição para caçadores de plantão.
    Por isso ele alerta essa atividade que hoje é vendido como trabalho voluntario.

    O cara é idolo.

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