Uma das menores espécies de sapo do mundo, a menor do Brasil e a segunda do Hemisfério Sul, pertence à espécie Brachycephalus didactylus e pode atingir de 7 à 11 milímetros. O último registro do pequeno aconteceu no Espírito Santo, em 2012, pela pesquisadora do Programa de doutorado em Ecologia e Evolução da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Jane de Oliveira. “Este foi o primeiro registro dele fora do estado. É possível que a espécie exista também em outras localidades do Espírito Santo, porém a visualização destes sapos é muito difícil. É um animal minúsculo, de coloração idêntica às folhas mortas caídas no chão da mata, de movimentos lentos e que entra em atividade apenas durante a noite”, diz a pesquisadora em entrevista ao G1.

Renata Pagotto/ Divulgação

Também conhecido como sapo pulga, este animal sofreu redução no número de falanges e no número de dedos, apresentando apenas o equivalente ao nosso dedo médio. Além disso, de acordo com a pesquisadora, ele não vive em ambientes com água, como a maioria. Para ele, basta a umidade existente entre as folhas caídas.

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Renata Pagotto/ Divulgação

A é tão pequena que caberia com sobra em uma meda de cinco centavos. Contudo, o anfíbio ainda não foi considerado o menor do mundo por uma divergência com outras espécies, como a Brachycephalus pernix, endêmica também no Brasil e que possui quase o mesmo tamanho.

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